quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Vale - Tudo



Com a evolução, o homem deixa de lado sua completa individualidade, se associando a outros de sua espécie favorecendo o surgimento das primeiras comunidades. Hoje se vive em uma “aldeia global”, na qual um indivíduo pode conhecer e se relacionar com outros, sendo esta uma das facetas de um processo de interligamento mundial, a globalização. Este fenômeno mundial também fez surgir no homem o desejo de se destacar no meio da multidão, a vontade de ser notado e dizer “aqui estou”.
                Para alcançar esse reconhecimento o indivíduo dispõe de vários meios, utilizando suas habilidades e talentos em prol de sair do anonimato em que estar imerso. Alguns desenvolvem pesquisas, novas tecnologias que favoreçam o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida da sociedade em que atua direta e indiretamente.
                Porém, em alguns casos, essa busca por fama se torna exarcebada, descontrolada. Este não mede esforços para chegar ao “estrelato”, apelam para várias artimanhas que venham exaltar seu “ego” e sua imagem, chagando a fazer uso de técnicas até anti-éticas para alcançar seus objetivos.
                Constantemente essas pessoas são alvos de polêmicas, expõe-se ao ridículo e alguns assumem como jargão “falem mal, más falem de mim”. Esta triste realidade invade os meios de comunicação, principalmente a televisão e a internet, incentivando outros a praticarem tais atos formando um ciclo vicioso, no qual no importa seus princípios sendo uma verdadeira luta de vale-tudo, em que o cinturão de ouro vale a marca do pé na calçada da fama.
                Então, até que ponto essa busca é saudável? Qual o limite a que devo me expor? Tais questionamentos devem ser analisados e vivenciados em todas as faixas etárias, sexo e lugar, seja em casa como os pais ou na escola com amigos e professores, portanto, a procura sadia pela fama só acontece quando há um constante diálogo crítico a respeito deste assunto. 

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Amar, no infinitivo.


O que é o amor?
Um conjunto de beijos e afagos?
Palavras e ações concretas?

Será possível defenir o amor?
Será preciso defenir o amor?

Amor...
Um sentimento tão simples,
que no auge de sua simplicidade
torna-se tão complexo,
indecifrável aos corações enamorados.

Amor...
De pai
De filho
De irmão
De amigo 
Do outro
Amores ou Amor?

Nele um conjunto de sentimentos, às vezes tão diversos ou tão parecidos,
se fundem para a concretização do amor em suas várias estâncias,
deixando de lado preconceitos ou convênções socias.

Afinal, o que importa?
Amar, Amar e Amar
Assim no infinitivo, sem definições, sem medidas.
Somente Amar em toda a sua amplitude.

Indagações & Inconstâncias

Quem sou eu?
Eis uma pergunta que
nem mesmo
eu sei responder.
Ah!!!

Inconstante
Ao ponto de ser previsível.
Inrremediavelmente
Consertável

Assim tão pequena
E tão grande.
Às vezes tão madura
Às vezes não passo de uma criança.

A única certeza adiquirida nesses poucos anos de existênica é que
não há certezas e que a vida é um constante ponto de interrogação.

Quem sou eu?
Para onde vou?
O que farei?
Por quem farei?

Tantas perguntas...
E tão poucas respostas.
Essa sou eu...
Uma INDAGAÇÃO AMBULANTE!!!!


P.S.: Perdoe-me os erros!!!